De Herculano de Lima Einloft Neto.
Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 2019.
Quando eu estava na escola, acho que quinta-série, houve uma redação, era talvez tema livre, e o que fiz entitulei "A Escala Existencial". Dissertei uma página sobre o como as formigas provavelmente não nos compreendiam, de forma que talvez nós também não compreendêssemos alguma forma de vida superior, que nem encarássemos como tal. A professora deu nota baixa. Não entendi, até hoje acho uma ótima ideia. Atribuo à amargura da professora.
Uma outra ideia que tenho há tempo é a seguinte, suponhamos que o poder computacional, como já foi colocado, atinja um ponto, como possivelmente irá atingir, onde possamos colocar uma entrada de dados suficientemente grande, as medidas das grandezas necessárias para com a função correta prever tudo. A grande questão a que cheguei é, quem está prevendo? Pois quem prevê, sempre pode tomar uma atitude para mudar o que está previsto, ao menos à primeira vista é a sensação que se tem. Ou será que atingiremos um ponto onde as próprias reações da pessoa que prevê também estarão previstas? Ela mesma tenta ser imprevisível mas vai percebendo que todas as suas tentativas já estão previstas? Seria paradoxal? Ao menos intrigante.
Nenhum comentário:
Postar um comentário